TRAJETÓRIA
ESPECIALISTA EM TELECOM & M&A

INFRATECH
by Alvaro Jorge

Mais de 35 anos de vivência no mercado de telecomunicações. Da infraestrutura das grandes Operadoras da década de 1990 ao mundo dos Provedores de Internet e as suas peculiaridades.

INTRODUÇÃO — O ALICERCE PROFISSIONAL

Base em Grandes Operadoras

Minha trajetória começou atendendo as grandes operadoras de telefonia fixa e móvel. Construí meu conhecimento em áreas de transmissão e infraestrutura robustas, lidando com tecnologias até não-digitais da época.

"Esta é apenas uma base informativa, onde vivenciei o cenário das telecomunicações e sua infraestrutura de transmissão."
Grandes Operadoras
Transmissão & Infra
35 Anos de Vivência
Transição Analógico p/ Digital

// Grandes Fabricantes & Contratos

Experiência em grandes fabricantes e atendimento aos setores de engenharia das grandes Operadoras, antes mesmo da privatização, gerenciando grandes contratos de infraestrutura e de transmissão rádio.

SETOR DE ENGENHARIA
CONTRATOS DE PORTE
CENÁRIO PRÉ-PRIVATIZAÇÃO
EXPERTISE TÉCNICA — ÁREAS REMOTAS

Viabilidade &
Sistemas Críticos

Atuei com empresa própria na viabilidade técnica e implantação de telefonia em áreas rurais e industriais não atendidas pelas operadoras locais.

Projetamos e instalamos sistemas de transmissão rádio/multiplex de alta capacidade para o agronegócio e grandes indústrias, conectando o que antes era isolado à malha nacional de telecomunicações.

"Após a implantação, os sistemas eram doados e incorporados à planta das Operadoras, que assumiam a manutenção e operação central."
Agro & Indústria

Soluções customizadas para ambientes desafiadores.

Rádio/Multiplex

Sistemas de alta capacidade e estabilidade.

Doação à Operadora

Integração homologada às estações telefônicas.

HISTÓRICO E INOVAÇÃO — TELESP

TELESP e a Gênese
do FWA Rural

Na década de 90, participei do projeto de interiorização de telefonia fixa rural via rede celular na antiga TELESP em São Paulo.

A implementação da telefonia celular rural carregava o embrião do que hoje conhecemos como FWA (Fixed Wireless Access): o uso de redes móveis (como o 4G e 5G atuais) para entregar conexão de alta velocidade sem a necessidade de cabos físicos.

Telefonia Celular RuralInterior de São PauloBase Conceitual 4G
CENÁRIO 02 — O INÍCIO E A INOVAÇÃO DO PAC

Provedores de Internet: O Salto para o início da banda larga e estabilidade

Antes da Viabilidade Financeira do FTTH !

Para entender a evolução, precisamos olhar para 2009: o rádio batia no teto. Bandas limitadas a 256Kb impediam o crescimento dos ISPs, que precisavam na época, de bandas de 1Mb, que era considerada "banda larga".

O Problema

"Era necessário abandonar a solução de rádio nos assinantes. A instabilidade e a baixa largura de banda tornavam o modelo de negócio insustentável."

2009

Fundação da Vertical Simples

Liderei como Fundador a criação da empresa para romper o gargalo técnico do setor.

80-90%

Estabilização de Rede

Eficiência atingida em arquiteturas que eram inviáveis.

Desde então, acompanho de perto o formato de construção de um provedor e a troca constante de informações sobre a infraestrutura interna e externa das redes.

PAC

PONTO DE ACESSO CABEADO

Fim do gargalo de 256Kb do rádio
Viabilidade técnica de aplicação
Infraestrutura interna/externa robusta
Vertical Simples — Fundador90% Estável

"Como Fundador da Vertical Simples: Criamos a inovação que foi um 'case' de mercado, o SDDE - SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DE DADOS & ENERGIA... Foi este sistema que eliminou até 95% da instabilidade na rede."

Como Fundador da Vertical Simples, viabilizei a migração da tecnologia de Rádio para Cabo. O PAC (Ponto de Acesso Cabeado) evoluiu, chegando a ser produzido internamente, com desenvolvimento de projeto de hardware e firmware próprios e montagem em linha de produção pick-and-place automatizada de componentes eletrônicos, além da Fonte de Alimentação Primária totalmente telesupervisionada através da rede.

CENÁRIO 03 — EVOLUÇÃO TÉCNICA

A Transição PAC-PON e FTTH

Da restrição técnica à escala nacional: implementando operações de fabricantes no Brasil.

Transição do PAC para o PAC-PON

O mercado surgiu com uma novidade, que era o uso de uma ONU-Optical Network Unit inserida ao PAC e isso movimentou o mercado por entender que se daria aí uma transição, ainda que intermediária, para o FTTH, mantendo-se a viabilidade financeira. Porém, a seguir destaco o 'problema escondido' nesta solução

Objeção

Restrição PAC-PON

Nós da Vertical Simples fomos abordados para projetar a solução que depois veio a ser chamada de PAC-PON (o mercado "roubou" o nosso nome PAC). Nós víamos essa tecnologia com restrição, com alimentação do ativo de rede no poste, feita via fonte de alimentação na casa do assinante. Identificamos a necessidade de desenvolver melhor essa solução, que não foi iniciada por nós. Chegamos a uma solução ideal, mas a indústria de cabos óticos não aderiu ao projeto e assim, o PAC-PON não conseguiu evoluir da forma que nós entendíamos ser ideal. Curioso dizer que, atualmente, esta solução de cabo ótico existe, mas para outras aplicações.

A Tecnologia de Rede Óptica Passiva

Acompanhei o salto do GEPON para o GPON. De tecnologia menos robusta e mais acessível, o GEPON deu oportunidade para este início do FTTH nos pequenos ISPs. Já com o uso do GPON em andamento, eu liderei a implantação de um fabricante no Brasil, estruturando toda a cadeia de logística e importação para sustentar a presença no Brasil.

Sustentabilidade FTTH

O início do FTTH foi lento devido ao alto custo por assinante, que nesse início ainda era quase proibitivo. Iniciou com a tecnologia GEPON (e não GPON) por pelo menos 3 anos, numa arquitetura mais simples e de menor capacidade, com OLTS e gerências mais simples. A Vertical Simples chegou a projetar e criar o protótipo da sua própria ONU GEPON – Optical Network Unit (hardware e firmware próprio), numa época em que o tamanho da placa de uma ONU de 1 porta sem Wi-Fi, era do tamanho da placa atual de uma ONT Wi-Fi com 4 portas.

* Tenho um pequeno vídeo reservado sobre infraestrutura de transmissão avançada, por curiosidade técnica.

O IMPACTO NO MERCADO DE PROVEDORES

Viabilizando osGrandes ISPsAntes do FTTH

Neste período antes do FTTH, em que os ISPs eram tipicamente pequenos, conquistamos clientes que utilizaram nossa tecnologia de transição para alavancar suas operações.

Muitos chegaram a ultrapassar os 30 mil assinantes estruturados exclusivamente em nossa solução. Sem o SDDE/PAC, não havia na época outra alternativa para sair do "radinho" e ganhar escala real.

Legado e Consolidação

Muitos que cresceram conosco hoje são fundadores de grandes corporações ou venderam suas operações para players gigantes, como a Sumicity (integrante atual da Giga+), FasterNet em SP, Você Telecom no Norte e tantos outros que transformaram o mapa das telecomunicações no Brasil.

30kAssinantes p/ Operação
Fim do "Radinho"
ISPs Locais
M&A

Ajudamos a viabilizar o crescimento orgânico dos pequenos ISPs, alavancando faturamento, até o momento da transição para o FTTH.

CENÁRIO 04 — GESTÃO INDUSTRIAL & LOGÍSTICA

Operação
GPON Global

Com a consolidação da tecnologia GPON, assumi a liderança da filial brasileira de um grande fabricante estrangeiro. Minha missão foi construir a ponte entre a produção internacional e o crescimento explosivo dos ISPs no Brasil.

Filial & Importação

Estruturação completa da unidade para importação e nacionalização de containers de alta demanda.

Ecossistema Logístico

Parceria com operadores logísticos de ponta para garantir agilidade na distribuição nacional.

Suporte Especializado

Implementação e treinamento do time de suporte técnico focado em infraestrutura crítica.

Gestão 360º

Responsabilidade total pelo cenário da empresa: do financeiro à estratégia de penetração de mercado.

O Fator Decisivo para o Mandato M&A

"A transição para o mercado de M&A não foi acidental. Ela deu-se ao finalizar este histórico de experiência nos dois cenários: a inovação técnica na Vertical Simples e a gestão executiva na fabricante global. Eu conhecia o produto, a logística, a técnica e, finalmente, o valor do negócio. Sou testemunha do esforço, trabalho e dedicação de quem realmente fez a verdadeira INCLUSÃO DIGITAL NO BRASIL e reverencio o “case” de mercado que foi a luta do pequeno ISP no cenário do Brasil continental.”

TEC
M&A

Experiência Consolidada

CENÁRIO 05 — O CORAÇÃO DO NEGÓCIO

M&A para Provedores

Atualmente, o valuation de um ISP é fortemente influenciado pelo perfil do comprador, a exemplo das aquisições das grandes Operadoras.

É importante observar indicadores financeiros, como o lucro real extraído do EBITDA Ajustado. Atualmente as atenções na análise de um Provedor de Internet mudaram um pouco, além daquilo que sempre foi importante avaliar. Agora são relevantes algumas outras objeções que servem como ponto de atenção. A validação dos indicadores de um ISP está fortemente atrelada a um sistema de gestão transparente e eficiente — documentação precisa e completa interfere no Valuation

Atrativos de um ISP – Valuation

Regularização dos postes na Cia de Energia, rede própria, ativos de rede, ticket médio, churn e documentação da rede (rastreável, um bom sistema ERP de gestão, tudo que aquilo que diminuirá o esforço do COMPRADOR na fase de transição, facilitará e valorizará todo o processo de valuation.

Objeções que Definem o Valor

Segurança Jurídica do Ativo

Rede Formalizada

Crítico

Documentação geo-referenciada e regularização em postes não são apenas técnicas; são a base do valor final de aquisição.

Integridade de Dados (ERP)

Auditável

A fidelidade dos dados no ERP de gestão influencia diretamente a percepção de risco e, consequentemente, o múltiplo aplicado.

Conclusão Estratégica

"Objeções de conformidade não travam a venda, mas corroem o preço. Minha atuação é garantir que cada KM de fibra e cada dado no ERP trabalhem a favor do seu valuation."

Vamos conversar sobre o futuro da sua operação?

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